Muammar Abu Minyar al-Gaddafi é uma figura histórica. Está à frente da Líbia desde 1 de Setembro de 1969. Nos anos 70 foi o patrocinador de todos os grupos, países e facções anti-americanas ou anti-israelitas, entre eles os Panteras Negras, o Fatah e alguns países do Oriente Médio, tentando dar continuidade ao trabalho de Nasser (Egipto), que tanto admirara. Kadhafi esteve envolvido no massacre de Munique, realizado no dia 5 de Setembro de 1972, durante os Jogos Olímpicos , patrocinando e dando cobertura ao grupo que ficou conhecido como Setembro Negro, onde onze atletas israelitas foram assassinados.
Em 1982, como medida punitiva ao patrocínio a grupos terroristas, o governo norte-americano proibiu a importação de petróleo da Líbia. Em 1986, após um atentado a bomba numa discoteca de Berlim, quando morreram dois cidadãos norte-americanos, os EUA lançaram ataques aéreos contra em Trípoli e Benghazi e impuseram sanções económicas contra o país. No final da década de 1980 o governo líbio foi acusado de envolvimento nos atentados contra aviões da Pan Am e da UTA, o que motivou a imposição de sanções também pela ONU, em Março de 1992.
Kadhafi, foi durante anos o inimigo do Ocidente, o mau da fita 007.
Após a morte da sua mulher e sua filha durante o bombardeio americano a Trípoli, distanciou-se superficialmente das alianças com grupos terroristas.
Em 1992 e 1993 a Organização das Nações Unidas impôs sérias sanções à Líbia acusando seu líder de financiar o terrorismo pelo mundo. Essas sanções foram suspensas em 1999.
Kadhafi foi perdoado pelo Ocidente. Em 2003 anunciou que desistira das armas de destruição maciça e que pretendia juntar-se à guerra ao terrorismo, eixo da política externa americana durante o governo Bush. Logo depois George W. Bush suspendeu as sanções contra a Líbia.
Os produtores de petróleo dos EUA e da Grã-Bretanha expandiram suas actividades no país.
Depois veio a crise dos regimes totalitários muçulmanos, Kadhafi voltou a mostrar as suas garras. O regime está agora a ser derrubado. Mas este homem é sem dúvida um "case study". Na Wikipédia é definido como militar, político, ideólogo e poeta líbio. Um autêntico revolucionário à moda antiga.
Esperemos que seja O AMOR a ocupar o lugar do NÃO AMOR.
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...
E, ao contrário do que a CONDIÇÃO HUMANA pensa, não há "terceira via".
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