Recordo uma velha senhora inglesa que um dia, ao beber o seu café, feito naquelas máquinas antigas com lamparina e tudo, disse em alta voz: " I love Cona". A risota foi imediata e prova que num contexto alargado como o nosso, a União Europeia e a panóplia de línguas faladas, é preciso ter cuidado com os problemas de expressão. Aliás, é para escapar a estas tentações lexicais que opto por beber café expresso, seja uma bicaou um cimbalino. Porque, além de ser manifestamente melhor, não temos que "pôr pimenta-na-língua" sempre que pedimos um café!
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