quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

De tripas? Quem não a sente não será boa gente seguramente!

“A democracia, disse-se e até se escreveu não é um problema de cabeça, mas de tripas”.


 


Jean Lacroix; Crise da democracia, crise da civilização". Moraes Editores, 1968.


 


6 comentários:

  1. António Pereira de Carvalho3 de fevereiro de 2011 às 15:54

    “Euforias
    ...
    Ao contrário do que julgam os políticos desta democracia em que vivemos, um país não é rico porque é educado, é educado porque é rico. E se fosse necessária uma prova irrecusável desse melancólico facto, bastava olhar para as taxas de “abandono” e de “repetência” e para o número crescente de infelizes que tiraram uma licenciatura, um mestrado ou até um doutoramento para transitar imediatamente para o desemprego. A educação vale numa economia que precisa dela e a pode usar, não vale (ou vale menos) numa economia de baixa tecnologia, persistentemente atrasada e subdesenvolvida. As crianças de 15 anos que treparam com mérito na tabela do PISA não garantiram um futuro melhor para si próprias, nem anunciam dias melhores para Portugal.”

    Público, domingo, 12 de Dezembro de 2010 (pág. 40 e última da Edição Lisboa)
    VASCO PULIDO VALENTE


    Já os Evangelhos diziam que não se pode pregar a barrigas vazias...

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  2. António Pereira de Carvalho3 de fevereiro de 2011 às 16:50

    E já agora atenção aos acentos e outras minudências parecidas, please, pois, para "bandalheira" já bastam outros locais onde confundem "satisfação" com "satisfaçam" e casos afins. Ficai sabendo que é raro um "erro" em todo o FARPAS e a Correcção Fraterna não é para todos.

    Tudo uma questão de CONCENTRAÇÃO. E de respeito pelo próprio e pelo próximo.

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    1. Tem toda a razão. Mas quando a tecnologia - o teclado mais precisamente - está manietada por forças obscuras – diria forças de bloqueio – nada se pode fazer! Ou podemos mas no momento as prioridades são outras.

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    2. Já está corrigido. Não há nada como ter um teclado leal!

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    3. António Pereira de Carvalho4 de fevereiro de 2011 às 03:32

      “Nós somos o que fazemos repetidamente.
      A excelência é pois, não um acto, mas um hábito.”
      Aristóteles

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  3. António Pereira de Carvalho3 de fevereiro de 2011 às 17:17

    E "só se ama, o que se conhece". E a LIBERDADE é uma condição de primeira grandeza. Para quem não A SENTE como sua, qualquer coisa serve...

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