
Roland Barthes, escritor, sociólogo, crítico literário, semiólogo e filósofo francês, num texto intitulado “Da palavra à escrita” (PUF, 1974), argumentou que “a escrita não é forçosamente o modo de existência do que é escrito”. Até porque, como argumenta, perdemos “uma inocência”.Barthes tem razão:há sempre quem recorde, e sempre nas piores ocasiões, uma palavra dita. Ou seja, porque razão os sociais-democratas, e de um momento para o outro dão o dito pelo não dito, aliando-se à extrema-esquerda na redução da Taxa Social Única?
Porém, como admito que as palavras ditas possam ter uma “certa temporalidade”, e só os tolos é que não mudam de ideias, há alguém que seja capaz de me explicar este volte-face?
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