Eu não sou norte-americana e como tal não me envolvi em campanhas como a maioria dos europeus. Acho este pânico que espalharam sobre o candidato republicano manifestamente exagerado. A história dirá quem tem razão. Mas uma lição há já a tirar desta história toda. Os norte-americanos não se deixam influenciar pela opinião dos jornais e dos opinion-makers. Nem pelo mainstream europeu. Os eleitores dos EUA pensam pela própria cabeça e votam naquilo que eles próprios avaliam. Nisso estão a anos luz dos europeus que pensam o que está na moda pensar.
Num país em que se mata a torto e a direito, e quase sempre por coisíssima nenhuma, não é prova de grande maturidade. Aliás, ainda ontem, o tiroteio ás bocas das urnas, que feriu duas pessoas, é prova disto mesmo.
ResponderEliminarNo entanto, há um ponto que tens razão: os europeus que se preocupem com o seu continente, já é um excelente exercício. Porém, e isso foi demonstrado pelos resultados de ontem/hoje, a Europa, mas não só - os japoneses (governo) teve uma reunião de urgência - sofre de orfandade. Somos todos órfãos de Washington. O que é lamentável, mas é a realidade!