Apesar de em entrevista Ricardo Salgado ter dito que José Maria Ricciardi, que contestou a sua liderança do BES em Novembro "por razões que se dispensa revelar", estava a ter ambições de poder: "as pessoas têm o direito a ter ambições. É normal que estas ambições se manifestem", o seu primo e presidente do BES Investimento continua remetido ao silêncio. Lembrei-me daquela frase de Napoleão: Never interrupt your enemy when he is making a mistake.
P.S. Corre por aí que no board da Espírito Santo Internacional (17 administradores e o commissaire aux compte), a empresa maldita que fez desmoronar o edificio, onde estavam representados todos os cinco ramos da família, todos recebiam ordenados e prémios de gestão, excepto José Maria Ricciardi. Isto começou a correr no dia em que Ricardo Salgado disse em entrevista que "eu assumo que também sou responsável. Faço parte de um grupo familiar, e todos somos responsáveis e sou solidário com o grupo com certeza". (...) "O nosso commissaire aux compte da ES Internacional, que assumiu a responsabilidade dos erros cometidos (...) pediu a demissão".
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