
Nos primórdios da minha participação no Farpas, após um convite irrecusável da Maria, recordo-mo de ter postado uma imagem que reflecte bem a importância das redes sociais. Já participei em alguns, inclusive já desaparecidos. Hoje aventurei-me no Twitter, no reino do passarinho...
Este "baptismo" fez-me lembrar o cartesianismo, e em particular o “penso, logo existo”. Porque, e embora nas redes sociais, o elo racional continue a ser fundamental, e uma vez que passámos "a existir em rede", eu comecei a "twittar". Ou seja, numa nova formula verbal da nossa existência!
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