Uma vez, em 2011, numa daquelas conversas sobre tudo e nada com um banqueiro, ouvi que daqui a 15 anos o Brasil vai enfrentar uma crise. Porque hoje tem um modelo social caríssimo (serviços sociais) e não tem uma estrutura produtiva que o sustente.
É expectável que todo o boom brasileiro vá acabar num grande sarilho social. Há pessoas todos os dias a passar para a classe média a crédito. O nível de vida no Brasil é altíssimo. O crédito empolou a procura.
Se no tempo do Lula (2003-2010) o crescimento anual do PIB rondava os 4%, teme-se que este o ano o crescimento esteja perto do 0%. O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro fechou 2012 com crescimento de 0,9%. O resultado ficou abaixo do PIB de 2011, que avançou 2,7%.
Os economistas dizem que “o Brasil precisa enfrentar obstáculos domésticos, incluindo infraestrutura frágil, distorções no mercado de trabalho, falta de habilidade de gestão, entre outros". Mas a insatisfação da nova classe média, e esta característica do povo brasileiro de se unir em massa em torno de um movimento ou uma causa, estão a pôr a nú o flop que é a Dilma como chefe do governo do país do samba.
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