Eu não sou uma pessoa de goste ou não goste de uma pessoa por ser homossexual, ou por ser outra coisa qualquer. Não sou preconceituosa, ao contrário do que muitos de vocês pensam. Não sou preconceituosa com nada, nem com raças, nem com classes, nada. Eu gosto ou não de outras pessoas por questões de personalidade ou carácter.
O facto de até gostar de pessoas que são homossexuais, ou de gostar de obras de arte de homossexuais, não me leva ao engano de defender o casamento homossexual e a adopção (eu sei que é co-adopção, mas isso é apenas uma nuance) de crianças por homossexuais, eu até acho que nada impede que homossexuais sejam contra a adopção de crianças por homossexuais. Se fossem sérios seriam. É isto, e bom fim de semana.
Então, se me permite a pergunta, pelo que disse não só é contra a adopção por homossexuais como também é contra o casamento gay, é assim?
ResponderEliminarClaro.
EliminarCara Maria, para mim o que diferencia as pessoas é o carácter. Bom ou mau. Para além da utilização de palavras pomposas e de embelezarmos a questão para nos desdizermos e mostrarmos que afinal até gostamos de bichas, para mim conta a capacidade de as pessoas se colocarem na pele das outras e tentar perceber o seu ponto de vista. A isto chama-se compreensão. E a Maria do que sei, ou do que deixa transparecer tem pouco disso. Devia perder algum do seu precioso tempo para se debruçar sobre questões mais graves como as crianças que vivem com pais biológicos e são mal tratadas ou simplesmente negligenciadas, nas que neste momento não têm comida para comer, nas que perderam um ou os dois progenitores e não tem qualquer apoio, e tantas outras situações que se tornam difíceis de enumerar aqui.
ResponderEliminarCara e pequena Maria, não seja quadrada nos juízos, não misture conceitos porque uma coisa é homossexualidade e outra muito diferente é pedofilia, não faça juízos peremptórios sem saber do que fala. Instrua-se e não se coloque nesta posição porque sendo um pessoa com alguma (suposta) formação, não lhe fica nada bem.
Depois de ler coisas com esta num post anterior:
ResponderEliminar"Pelo menos nas instituições não correm o risco de chegarem a adolescência e serem seduzidos pelos pais."
Está a assumir que, no seio de uma família homoparental, há o risco de uma criança ser seduzida pelos pais/mães (maior risco do que para as crianças institucionalisadas ou em famílias heteroparentais).
Isto mostra um enormissimo preconceito para com a população homosexual. Já o mencionei num outro comentário (que por esta altura ainda não foi aprovado) que o meu pai é homosexual. Entristece-me imenso ter uma enorme parte da população a pensar que o meu pai é pedófilo.
E ainda me perguntam "mas tu ao apoiares a adoção por homosexuais estás a colocar mais crianças nessa situação desconfortável!". Não. São os homofóbicos que colocam as crianças nessas situações desconfortáveis. O meu pai é um ótimo pai, não o trocaria por outro, hetero ou homosexual.
Se os filhos de homosexuais sofrem preconceito por terem pais homosexuais, é por causa de pessoas como a senhora, que têm este tipo de mentalidade mesquinha e retrógada.
Interessa-lhe para alguma coisa o facto de eu ser contra a que a Maria se case ou se reproduza ou sequer chegue perto de uma criança? Imagino que não lhe interesse absolutamente nada o que tenho a dizer sobre isso. Mas sou contra a possibilidade que essa falta de valores chegue a magoar uma criança. Sou contra a que se reproduza, sou contra que tome conta de uma criança como sou contra a que muita gente o faça.
ResponderEliminarE que lhe interessa o que eu digo para a sua vida? Nada. Conheço-a de algum lado? Nem pensar. O que digo sobre si não vale nada, não presta e no entanto é o que sinto. Manda o bom gosto que guarde as minhas repulsas para mim, são só um problema meu, devo tratá-lo e não fazer disso uma ofensa coletiva. No entanto, pasme-se o meu profundo mau gosto. Infeliz aquele a quem falta amor para combater tanto ódio. Que raio de amigo não a impediu que se expusesse desta forma? Viu como o meu comentário é ridículo, patético, labrego e de um profundo mau gosto? A opinião e a liberdade de expressão têm as costas largas, não as chame sem razão. Para tudo há limites. Dizer o que lhe apetece não tem nada a ver com a liberdade de expressão mas tão só com ofensa. E por favor não ofenda Cristãos e Católicos fazendo-se passar por tal. A família é sagrada para todos e não só para alguns. Não é Católica nem de direita nem coisa alguma. Padece apenas de mau gosto. Se fosse uma pessoa séria, perceberia o meu comentário. E é isto, uma semana.
E parabéns pelo belíssimo comentário. Acho sinceramente que a Maria Teixeira Alves é pouco inteligente para perceber o que escreveu. Ela esgota o seu único neurónio naquele exercício a que chamamos respirar e que, na minha opinião, na pessoa dela é um desperdício de oxigénio para os outros.
EliminarIncrível como em pleno século XXI ainda existe quem viva acossado pelo medo da diferença, que destila em intolerância, disfarçado de tradicionalismo. Actualizações - também de pensamento - precisam-se!
ResponderEliminarBoa tarde,
ResponderEliminarPonderei se deveria ou não perder o meu tempo a comentar tamanha idiotice, se por um lado o seu outro "brilhante" texto merece que seja ignorado já que tamanha "alarvidade" vale o que vale este merece ao menos que eu me questione como pode um país andar para a frente quando temos jornalistas com a "senhora".
Antes de escrever coloque um filtro e lembre-se que pela boca morre o peixe não sei se tem filhos mas se não tiver tem família espero que nunca passe pelo que esta a fazer algumas passar com a sua ignorância e que possa se tiver filhos e eles forem homossexuais chamar a alguma criança de neto.
Já agora que tem tanto tempo livre para escrever aproveite algum e visite as tais instituições que tão bem tratam as crianças!
Deixo-lhe apenas mais um comentário:
ResponderEliminarContinua-me a a fazer impressão uma problema na sua argumentação: o uso das instituições.
Estamos a falar de crianças (adoptadas ou biológicas) que já vivem com um dos porgenitores. Isto é um dado adquirido.
Este progenitor vive numa relação homossexual, portanto, os seu/sua pareceiro/a é alguem que educa a criança, tal como um pai ou mãe. Isto também já é dado adquirido. Esta lei não vem mudar nada disto.
Portanto, o que a lei faz é juridicamente atribuir uma afinidade, repito juridica, ao companheiro do pai biologio ou adoptivo da criança. Consegue explicar-me o que está mal aqui? é que ainda nao atendi.
Pensemos o seguinte: Se o pai adoptivo/progenitor morrer, o que acontece à criança, se não estive ligada juridicamente à outra pessoa que a tem educado como pai/mãe? Vai novamente para um orfanto caso tenha sido adoptada, ou vai pela primeira vez para um orfanato caso tenha seja biológica?
Vai para o outro progenitor biológico, que provavelmente não exerceu qualquer papel na sua educação?
É isto o que é mais correcto para a criança? Além de perder o pai/mãe, ainda tem de perder a outra pessoa com quem já convivia como filho/a, e ser levada para um lar desconhecido??
É isto o defender o melhor para as crianças?
Cumprimentos
JR.