Estranho não concordar a que se dê um futuro melhor a alguém, quer seja por a familia não ter condições para o fazer quer esteja numa instituição (ainda bem que não passou por isso, e teve mãe, e pai, e irmãos... vários)
Eu concordo que se dê um futuro melhor, não vejo é que um futuro melhor seja apenas uma questão financeira. Uma criança que vai de porche para a escola mas que é filha do Sérgio e do Ruben é mais feliz do que uma criança que vai de Fiat e tem um pai, uma mãe, e irmãos? Não me parece. Se os homossexuais quiserem ter filhos, tenham-nos, não é dificil hoje em dia... assim sempre a criança é de um pai e de uma mãe e quanto ao resto é lá com eles, espera-se apenas que a criança não siga o rumo dos pais. Assim sempre ajudam à sustentabilidade da Segurança Social. Todos sabemos que não é para ajudar as crianças que os homossexuais querem adoptar, querem adoptar porque querem ser familia. Eu percebo, mas não concordo e tenho imensa pena das crianças adoptadas que assim estão condenadas a ser diferentes das biológicas.
Estamos a falar de crianças que já vivem com um pai/mãe (biológica ou não, é irrelevante) Ist´é um dado adquirido.
Este progenitor vive numa relação homossexual, portanto, os seu/sua pareceiro/a é alguem que educa a criança, tal como um pai ou mãe. Isto também já é dado adquirido. Esta lei não vem mudar nada disto.
Portanto, o que a lei faz é juridicamente atribuir uma afinidade, repito juridica, ao companheiro do pai biologio ou adoptivo da criança. Consegue explicar-me o que está mal aqui? é que ainda nao atendi.
Pensemos o seguinte: Se o pai adoptivo/progenitor morrer, o que acontece à criança, se não estive ligada juridicamente à outra pessoa que a tem educado como pai/mãe? Vai novamente para um orfanto caso tenha sido adoptada, ou vai pela primeira vez para um orfanato caso tenha seja biológica?
Vai para o outro progenitor biológico, que provavelmente não exerceu qualquer papel na sua educação?
É isto o que é mais correcto para a criança? Além de perder o pai/mãe, ainda tem de perder a outra pessoa com quem já convivia como filho/a, e ser levada para um lar desconhecido??
Jorge, já respondi no Corta-Fitas, mas não há dificuldade em responder a isto se um dos pais morrer, a criança continua a ter avós, tios.... é como sempre foi.
Estranho não concordar a que se dê um futuro melhor a alguém,
ResponderEliminarquer seja por a familia não ter condições para o fazer
quer esteja numa instituição (ainda bem que não passou por isso,
e teve mãe, e pai, e irmãos... vários)
Eu concordo que se dê um futuro melhor, não vejo é que um futuro melhor seja apenas uma questão financeira. Uma criança que vai de porche para a escola mas que é filha do Sérgio e do Ruben é mais feliz do que uma criança que vai de Fiat e tem um pai, uma mãe, e irmãos? Não me parece.
EliminarSe os homossexuais quiserem ter filhos, tenham-nos, não é dificil hoje em dia... assim sempre a criança é de um pai e de uma mãe e quanto ao resto é lá com eles, espera-se apenas que a criança não siga o rumo dos pais. Assim sempre ajudam à sustentabilidade da Segurança Social.
Todos sabemos que não é para ajudar as crianças que os homossexuais querem adoptar, querem adoptar porque querem ser familia. Eu percebo, mas não concordo e tenho imensa pena das crianças adoptadas que assim estão condenadas a ser diferentes das biológicas.
A criança vai poupar em vocabulário... :-)
ResponderEliminarEstamos a falar de crianças que já vivem com um pai/mãe (biológica ou não, é irrelevante)
ResponderEliminarIst´é um dado adquirido.
Este progenitor vive numa relação homossexual, portanto, os seu/sua pareceiro/a é alguem que educa a criança, tal como um pai ou mãe. Isto também já é dado adquirido. Esta lei não vem mudar nada disto.
Portanto, o que a lei faz é juridicamente atribuir uma afinidade, repito juridica, ao companheiro do pai biologio ou adoptivo da criança. Consegue explicar-me o que está mal aqui? é que ainda nao atendi.
Pensemos o seguinte: Se o pai adoptivo/progenitor morrer, o que acontece à criança, se não estive ligada juridicamente à outra pessoa que a tem educado como pai/mãe? Vai novamente para um orfanto caso tenha sido adoptada, ou vai pela primeira vez para um orfanato caso tenha seja biológica?
Vai para o outro progenitor biológico, que provavelmente não exerceu qualquer papel na sua educação?
É isto o que é mais correcto para a criança? Além de perder o pai/mãe, ainda tem de perder a outra pessoa com quem já convivia como filho/a, e ser levada para um lar desconhecido??
É isto o defender o melhor para as crianças?
Cumprimentos
JR.
Jorge, já respondi no Corta-Fitas, mas não há dificuldade em responder a isto se um dos pais morrer, a criança continua a ter avós, tios.... é como sempre foi.
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