terça-feira, 21 de maio de 2013

O elogio da democracia directa


 


Estou em transe com o que tenho lido, seja a favor ou contra a co-adopção de crianças por casais do mesmo sexo. A falta de nível que me tem sido dado a ler é demonstrativa do desnorte que tem destrambelhado a sociedade portuguesa, como é demonstrativa da incapacidade dos políticos portugueses para legislarem sobre questões fracturantes. Os políticos deveriam dedicar-se à política, aos assuntos de Estado. Só isso, o que é muito! As outras questões, como seja o aborto, o casamento e adopção por pessoas do mesmo sexo, em si mesmo fracturantes, deverão sempre ser optadas, em democracia directa.

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