segunda-feira, 27 de maio de 2013

Estou com o Marinho

É preciso um pai e uma mãe.


Os óvulos são das mulheres e espermatozóides são dos homens. 


Esta é uma lei fraudulenta por convida a contornar a lei que proibe a adopção por homossexuais. 


Vocês querem fazer experimentalismo social.


 


Grande Marinho Pinto!

6 comentários:

  1. Mas os óvulos não são a mãe nem os espermatozóides são o pai.

    ResponderEliminar
  2. Boa tarde,

    Encontrei o seu blog por acaso. Estava à procura de outra Maria Teixeira Alves, mas apareceu-me outra versão da mesma pessoa. Ou até poderá ser a mesma. Não sei...

    Adiante.

    Não posso deixar de comentar estas chamadas intervenções, que de educativas, não têm nada.

    Face a este mesmo comentário, acho profundamente triste que para si, que é jornalista e vou supor que é uma pessoa formada e com educação, que um pai e uma mãe seja um espermatozoide e um óvulo. Tenho de facto um pai e uma mãe, e nunca, em 28 anos de vida, os vi assim. Como algo tão básico e sem qualquer tipo de valor sentimental.

    Se tiver filhos, com certeza que concordará comigo nesta abordagem. Todos nós, mais novos ou mais velhos, com mais ou menos experiência, temos, de facto, um conceito mais alargado no que consiste no ser pai ou mãe.

    Com certeza, que também, não deve estar muito atenta ao que a rodeia. E como jornalista, também é triste que não esteja. Diz que se quer fazer "experimentalismo social". Portanto, para si, as famílias de casais do mesmo sexo simplesmente não existem. Devem estar numa realidade que a senhora não vive. E com esta lei, os casais do mesmo sexo vão experimentar o que é ter filhos.

    Pensando bem, não me estranha. Até porque o seu conceito de pai e mãe é tão reduzido, que com certeza o seu conceito de filhos é completamente desprovido de qualquer sentimento.

    Escreve, noutro post, que Pedro Madeira Rodrigues, foi fantástico na sua intervenção. Portanto, um pai que permite que um filho seja em tenra idade preconceituoso, com certeza que não se importará que este seja racista, xenófobo, e outros tantos valores extremamente importantes na educação. Se tiver filhos, parabéns pela excelente educação que transmite. Se tiver um filho homossexual (e não saiba) parabéns por estar a criar uma pessoa que irá sempre ter medo de falar e confiar na mãe. Mas espere...a senhora é só um óvulo.

    Finalmente, pegando no seu argumento que é preciso um pai ou uma mãe, anula portanto qualquer tipo de família em que só exista um pai ou uma mãe, ou até sem pais. Porque existem, e provavelmente convive com isso. Nem que seja no colégio/escola/ambientes sociais que os seus filhos (caso tenha) frequentam. Portanto, essas pessoas são menos família, porque falta o espermatozoide ou o óvulo, ou ambos. E até, provavelmente, são pessoas menos bem formadas, mal educadas. Isto, calculo que na sua opinião.

    Não é preciso um pai e uma mãe. É preciso educação. A boa educação vem de variadíssimas formas, e concluo, que a senhora deve ter escapado um dos estágios de Piaget.

    ResponderEliminar
  3. Acho que tem muitas certezas sobre coisa nenhuma. O que é a educação? Isso é, por exemplo, um amplo campo de discussão. Eu também defendo a educação como estrutura, sobretudo numa criança adoptada, mas para mim educação passa, por exemplo, por não ter duas mães ou dois pais.
    Quanto ao seu comentário sobre o Pedro Madeira Rodrigues é de quem tem uma visão deturpada, mas tão deturpada da realidade, que nem merece comentários. De repente acham que defender que uma criança tenha um pai e uma mãe é uma coisa preconceituosa. My god.... ainda bem que a maioria da população ainda não pensa assim.

    ResponderEliminar
  4. Boa tarde,

    Claramente, a sua capacidade de interpretação como jornalista e como escritora de Blog, deixa muito a desejar.

    Em primeiro lugar, a educação surge através de vários agentes. Há crianças que não são educadas pelos pais, e sim pelos familiares, professores, etc.

    Conheço imensas crianças, agora adultos, que foram criados por outros membros da família, porque os pais estavam a trabalhar fora. Desta forma, poderiam ser igualmente educados por dois pais ou duas mães. Calculo que se foram educados por dois irmãos do sexo masculino ou feminino, já não lhe deve causar nenhum dissabor.

    Portanto esse seu argumento vale zero na nossa realidade.

    Em relação à passagem de Pedro Madeira Rodrigues, reforço aqui ainda mais, a sua pouca capacidade de interpretação. O que eu disse foi que permitir a um filho que diga "estupidez" a coadopção é, claramente, um passo para a descriminação social. E se não entender isso, tenho pena. Não pus em causa o facto de ser filho de pai e mãe. Não adopto o mesma linha pensamento que a senhora. Se fosse um filho meu, diria que existe de facto famílias de casais do mesmo sexo e prosseguia com a, chamada, abertura de mentes.

    Utiliza como slogan "este blog não se bate por nenhuma causa". Repense na sua estratégia.

    Resta-me concluir, que se se prende apenas pelo bom gosto, tenha por favor o bom gosto de se assumir como homofóbica, e poupe-nos a argumentos sem sentido nenhum. Ficava-lhe melhor.

    Cumprimentos

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Acho que não pode dizer que os meus argumentos não têm sentido nenhum. Porque eles têm um sentido muito claro, seguem uma lógica que tem como epicentro a consciência de que somos, antes de mais, seres da natureza.
      Em relação ao facto do meu slogan dizer que este blog não se bate por nenhuma causa, posso aceitar a crítica. Mas quando escrevi o slogan não achei que teria de fazer da minha opinião uma causa.
      Não se bater por nenhuma causa, não quer dizer que não se tenha uma opinião sobre um tema, quer apenas dizer que o motivo de existência do blog é publicar coisas belas.
      Infelizmente a reacção à minha opinião foi tão violenta (!!!) que tenho de me bater pela causa que expressei no meu post de opinião.

      Eliminar