1) Antes ainda achava que éramos responsáveis por sermos ou não gostados e amados, hoje tenho a certeza que não depende das nossas atitudes, elas são meramente argumentos. Gostarem ou não de nós depende de factores exógenos a nós e à nossa vontade.
2) Se nos aproximamos muito de quem tem concepções de bem e de mal diferentes das nossas, mais cedo ou mais tarde essa aventura tem o seu revés. O mesmo se passa com a inteligência, ela parece um acessório, mas em situações de crise ela é uma tábua de salvação. Relacionarmo-nos com pessoas abaixo da nossa condição intelectual é francamente perigoso.
Não quererá dizer acessório?
ResponderEliminar“O mal de se tratar um inferior como igual é que ele logo se julga superior”
ResponderEliminarMillôr Fernandes
(16.8.1923-27.3.2012)
88 anos
"A beleza agrada aos olhos, mas é a doçura das acções que encanta a alma."
ResponderEliminarVoltaire
(1694-1778)
“É o coração que faz o carácter”
Eça de Queiroz
(1845-1900)
Para as MULHERES e HOMENS de CARÁCTER sempre assim foi e sempre assim será... Para os outros, ESCRAVOS das situações de NÃO AMOR e NÃO SAUDÁVEIS, estarão sempre nos sítios e nas relações, pelos motivos errados... Distância, distância, distância... E como diria o meu Pai, "gente que não interessa" ou "não se faz caso, se não tinha que haver muita estalada"...
“O que eu prezo acima de tudo num homem é a sua personalidade de raiz, a sua capacidade de amizade, a sua autenticidade. As ideias são um revestimento transitório e às vezes enganoso. O essencial num homem não muda; o que muda é a situação, e esta às vezes faz aparecer o que estava escondido.”
ResponderEliminarAntónio José Saraiva. Paris, 18 de Outubro de 1964
Lembrei-me desta passagem...