quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

A UGT trocou a "meia-hora" pelo 5 de Outubro, o trabalho a mais mantém-se

Vê-se afinal para que é que servem as UGT, não é para defenderem os direitos dos trabalhadores, é para defenderem símbolos: em troca da meia hora de trabalho a mais, João Proença conseguiu salvar o feriado de 5 de Outubro, o trabalho a mais mantém-se, claro.


 


Reparem nos títulos de capa dos jornais sobre o acordo histórico de concertação social:


 


"Despedimentos alargados em alterações de última hora" é a chamada de capa do Negócios sobre o tema. Já o jornal "i" opta por falar do 5 de Outubro. O "Público", com a palavra "Desconcertados", diz que o acordo tripartido "torna mais fácil e mais barato despedir e reduz indemnizações, subsídios, férias e feriados".
"Contratos em vigor livre dos cortes" é a chamada do "Correio da Manhã". "Jornal de Notícias" e "Diário de Notícias" optaram pelo mesmo assunto. No "JN" diz-se que "Patrões reconquistam sábado de trabalho" e no "DN" diz-se que "Patrões podem impor trabalho ao Sábado e só pagar mais 25%".

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