quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O Beijo

3 comentários:

  1. Paris é a capital do beijo [http://aeiou.visao.pt/100-beijos-em-paris-galeria-de-fotos=f555122] e no entanto o que é o beijo? Será uma demonstração de amor num sentido lúdico e carnal? Ou, por outro lado, invoca tudo o que podemos dizer, escrever e, porque não sonhar sobre o amor?
    Há um texto sobre o amor de Edgar Morin, "Complexo de Amor" e que merece a nossa reflexão, onde a iniciar o ensaio, o sociólogo francês escreve muito acertadamente: "As palavras sobre o amor são exactamente o contrário das palavras de amor". Argumentando que " elas constituem-se num discurso frio, técnico, objectivo, que degrada e dissolve de si próprio o seu objecto".

    Pessoalmente, ao ver e ao rever este beijo, fico contente. Porque quando a vida está dificil, este ou qualquer outro beijo sentido, é sempre sinal que há futuro, que, algures no firmamento, a esperança não morre. Porque se não fosse o amor - como Ele demonstrou por nós - estávamos "feitos ao bife"!

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  2. António Pereira de Carvalho15 de outubro de 2011 às 03:44

    EDUCAÇÃO VERSUS INSTRUÇÃO. O Director do New York Times recebeu certa vez uma carta iniciada assim: «Caro professor, sou um sobrevivente de um campo de concentração. Os meus olhos viram o que jamais olhos humanos deveriam poder ver: câmaras de gás construídas por engenheiros doutorados; adolescentes envenenados por físicos eruditos; crianças assassinadas por enfermeiras diplomadas; mulheres e bebés queimados por bacharéis e licenciados. Por isso desconfio da educação.» O referido autor terminava a sua carta escrevendo: «(...) ajudem os vossos alunos a serem humanos. Que os vossos esforços nunca possam produzir monstros instruídos, psicopatas competentes, Eichmanns educados. A leitura, a escrita, a aritmética só são importantes se tornarem as nossas crianças mais humanas».
    O ESSENCIAL DO ESSENCIAL DA VIDA: OS AFECTOS!!!


    Introdução à conferência EDUCAR OS AFECTOS, proferida pela Dra. Fátima Fonseca, em 20.2.2001.

    Pouca vezes ouvi/li um texto tão poderoso, claro e convincente sobre o que é ESSENCIAL na vida. Todas as GLÓRIAS DO MUNDO, cá ficarão e nem a memória perdurará muito tempo. Bem o diz S. Pedro: “Todo o ser mortal é como erva e a glória do homem como flor. A erva seca e a flor murcha.” (I Petri 1, 24/I S. Pedro 1, 24)

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  3. Stendhal escreveu que "O amor é o milagre da civilização", pelo que só posso estar de acordo.

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