quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Num mundo ao contrário


 


Afinal quantos bonecos terá a Casa Januário vendido desde a polémica lei do consulado socialista?


 


Porque esta é uma pergunta "estatística" para a qual gostaria de ter resposta?


 


A este propósito (ou seja, do amor) cito Edgar Morin:



“As palavras sobre amor são exactamente o contrário das palavras de amor”

 


 

2 comentários:

  1. A propósito disto encontrei esta citação de Santo Agostinho, Santo AGOSTINHO, Solilóquios II.7, p. 22:

    “são seres humanos e eu os amo, não por serem animais, mas por serem humanos, isto é, pelo fato de terem almas racionais as quais eu amo mesmo nos ladrões. Pois posso amar a razão em alguém, embora de direito ter aversão àquele que usa mal aquilo que amo. De modo que mais amo os meus amigos, quanto melhor eles usam a alma racional, ou quanto desejam fazer bom uso dela.”

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    1. Eu "os amos", mas não os defendo, nem Santo Agostinho, nem faço propaganda a uma coisa que é má. Lamento mas é má. É uma vicissitude, se calhar sem resolução, ou de resolução desconhecida, mas um mal é sempre um mal.

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