Bonita, comovente e justa é a homenagem que Pedro Santos Guerreiro fez de Diogo Vasconcelos. Todas a mortes são sempre de lamentar, mas umas são, seja pelas memórias, pelos valores, pelo que significam e, sobretudo - o que é o caso num jovem de 43 anos - pelo que fica por fazer as torna insuportáveis. E nós, na situação em que vivemos, não precisamos delas!
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