Em declarações à Rádio Renascença, o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, defendeu que a última lei do aborto aprovada pelo Parlamento - que despenaliza a Interrupção Voluntária da Gravidez até às dez semanas - pode "ter ido um pouco longe demais" e tem de ser reavaliada, não excluindo a possibilidade de realização de um novo referendo sobre a matéria.
Para Sócrates, a despenalização da interrupção voluntária da gravidez "foi uma mudança que pôs o país à altura dos tempos". Esqueceu-se de acrescentar dos TEMPOS de CRISE!
Já agora e para responder às críticas do líder do PS de que isso não estava no programa do PSD:
Passos Coelho esclareceu:
"o PSD não tem uma agenda para propor a realização de um novo referendo sobre o aborto", reforçando: "O PSD não toma nenhuma iniciativa nessa matéria, não consta do nosso programa, nem eu anunciei que ia propor a realização de um referendo".
Contudo, o presidente do PSD defendeu que "em democracia não há temas tabus" e considerou que "se existirem cidadãos portugueses que queiram discutir a questão do aborto, ela é discutível".
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