Não compreendo como alguém diz ter votado no candidato presidencial da pretensa estabilidade e continuidade, quando são sobejamente conhecidos os desaguisados institucionais entre a Presidência da República e o Governo, abrindo-se o flanco à tomada de poder pela Direita. Não tenhamos dúvidas: a dissolução do Parlamento e o ressurgimento da AD é uma questão de tempo, para assim se poder expiar o antigo pecado de Jorge Sampaio. Também ganhou a abstenção, ganharam aqueles que não trocam o conforto do lar pelo dever cívico, por isso mesmo, os da crítica fácil e asquerosa perdem a legitimidade de apontar o que quer que seja no actual panorama da política nacional.
O Nobre percebo e até votei nele. O Lopes não percebo bem porquê.
ResponderEliminarEnganei-me queria dizer o José Manuel Coelho, que sem apoios teve 4,5%. Já corrigi.
EliminarBem me parecia!!! O Farpas "engana-se", mas não engana.
EliminarVIVA o José Manuel Coelho. Viva o SENTIDO DE HUMOR, a última coisa a morrer e não a esperança (segundo o FARPAS e eu concordo em pleno).
Não compreendo como alguém diz ter votado no candidato presidencial da pretensa estabilidade e continuidade, quando são sobejamente conhecidos os desaguisados institucionais entre a Presidência da República e o Governo, abrindo-se o flanco à tomada de poder pela Direita. Não tenhamos dúvidas: a dissolução do Parlamento e o ressurgimento da AD é uma questão de tempo, para assim se poder expiar o antigo pecado de Jorge Sampaio. Também ganhou a abstenção, ganharam aqueles que não trocam o conforto do lar pelo dever cívico, por isso mesmo, os da crítica fácil e asquerosa perdem a legitimidade de apontar o que quer que seja no actual panorama da política nacional.
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