«O Grupo Espírito Santo vendeu a Escom à Sonangol». Uma notícia excelente avançada pelos Diário Económico e o Público.
A família Espírito Santo livra-se assim de uma maldição. A empresa dos diamantes.
A Escom, sempre metida na promoção de negócios paralelos entre Estados. O seu nome está associado ao negócio das contrapartidas nos concursos lançados pelo Estado português para comprar material de defesa. Veja-se o caso das comissões pagas ao consórcio alemão que forneceu os dois submarinos ao Estado português. A Escom surgiu ainda no centro do caso Portucale, relacionado com o abate ilegal de sobreiros para a construção em Benavente.
Ainda por cima este parente rebelde do GES dava prejuízo.
A Escom passa para a Sonangol, a César o que é de César!
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