Quando os juros da dívida pública portuguesa sobem no mercado secundário a responsabilidade não é das políticas do governo, mas dos especuladores, da falta de solidariedade alemã, da indecisão da Europa. Mas quando o Estado consegue colocar o montante pretendido de dívida portuguesa num leilão - mesmo que à custa de um juro exorbitante a seis meses, 80% acima do suportado em Setembro - o resultado já "reflecte a confiança dos investidores, nacionais mas sobretudo dos investidores estrangeiros (…) nas medidas do Governo de consolidação orçamental”. Para quem estará a falar o secretário de Estado do Tesouro? Imaginamos que para o vazio.
publicada por Bruno Faria Lopes às 19:29 a 6/Jan/2011 no blog Elevador da Bica
Olá, Maria T. Alves! Bom ano de 2011! Para além desse "folclore" com que o governo parece estar satisfeito, não acha estranho que ninguém diga como iremos pagar todos esses empréstimos, a cada mês repetidos? Quando começaremos a subsidiar-nos a nós próprios e a viver com aquilo que produzimos? Fala-se muito em patriotismo mas é pelo incumprimento do ónus da dívida que vamos perder a pátria! De certeza! Os chineses devem estar prontinhos a comprar-nos!... Agora, para desanuviar destas tristezas, falemos ainda do Natal. Sabia que o Natal não existe? Pois: o Natal foi inventado pela Igreja para “cristianizar” as festas pagãs em honra dos deuses solares, Mitra e outros, que se celebravam no solstício de Inverno, por todo Império Romano, como início do renascimento para uma vida nova, a da Primavera. Teve o seu aparecimento no s. IV, na Igreja Ocidental (25 de Dezembro – calendário gregoriano) e no s. V na Oriental (7 de Janeiro – calendário Juliano). A narrativa de Mateus, ampliada por Lucas (nada sendo referido nem em Marcos nem em João), uma e outra são puras invenções sem qualquer credibilidade histórica nem qualquer verosimilhança (No inverno, os pastores não dormem ao relento...) Portanto, o Menino Jesus do catecismo não existiu. Muito menos o Deus Menino! (Ver mais no meu blog “Em nome da Ciência” c/ acesso: http :/ ohomemperdeuosseusmitos.blogspot.com )
ResponderEliminarBem: parece-me que esta constatação é mais uma "tristeza"... Ao menos que existisse Natal e um Deus Menino e um Paraíso "lá em cima" para onde a gente fosse quando fartos de aturar estes governantes, não era?!...
Enfim, sorria!