Longe vão os tempos em que a defesa dos centros de decisão nacional movia governos. Quem se lembra da célebre saga Totta/Banesto, onde em causa estava a violação do príncipio de limitar a participação de estrangeiros a 25%. Ou o caso Champalimaud/Botín, que levou ao bloqueio da parceria entre António Champalimaud e o Santander, e à venda forçada, em partes, do universo financeiro da família? Quem não se lembra da venda da Cimpor à Teixeira Duarte para defender o centro de decisão nacional?
Quem então não se indignaria com a venda da Cimpor aos Brasileiros, a venda do BCP à Sonangol, do BPI à Santoro, da TAP ao Qatar, dos seguros da CGD ao médio oriente. E, qui ça, da Galp, EDP e PT aos chineses. Como diria Gabriel Garcia Marques, "também a moral é uma questão de tempo".
Qual foi então o limite da defesa dos centros de decisão nacional? Até quando uma empresa se pode dar ao luxo de ser bandeira nacional? O limite são os 82% de dívida pública sobre o PIB e uns juros a raiar os 7%. A partir deste ponto há dragões.... há tigres asiáticos ... há príncipes de mil e uma noites. Todos são bem vindos, vale tudo para evitar a falência. E vale mesmo...
Comer! Comer! Comer! "Não se pode pregar a barrigas vazias".
ResponderEliminarA universal mensagem de CRISTO em tudo é plasmada. Somos todos IRMÃOS e todos filhos de DEUS. Como tal, os BENS da Terra também são de TODOS. Num século de uns, noutro século de outros, até ao cumprimento dos Evangelhos, em que tudo será reduzido a pó.
ÚNICA coisa realmente importante é que esses BENS da Terra sirvam a dignidade humana, ajudando-a a crescer espiritualmente no projecto que Deus tem para nós.
Fui a Paris na TAP assistir a um Congresso realizado numa das universidades Pariseenses sobre a nossa amiga escritora Agustina. Um delícia para os ouvidos e para o conhecimento ... Ao que parece por aqui nem uma notícia ... sei que andaram a perder tempo com uma casa na coelha. Pobre Portugal, pobre Alegre.
ResponderEliminarNão posso estar mais de acordo.
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