-Diálogos como este, belíssimo!, já não se escrevem
- Pior... diálogos como este já se não se têm na vida real....
- ... Ora aí está. Essa é a maior desgraça, sinal dos tempos superficiais e desapaixonados em que vivemos.
- Hoje as últimas conversas são muitas vezes sobre ganhos e perdas, são sobre deve e haver, sobre pragmatismos materiais
"Olhe que não! Olhe que não!"
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