quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Intimacy is a lie we tell ourselves

Closer (2004)


4 comentários:

  1. António Pereira de Carvalho4 de novembro de 2010 às 06:55

    “O Tempo esse grande escultor” Marguerite Yourcenar

    “Quem vê caras, não vê corações” Adágio Popular

    “Amizade rápida, arrependimento certo” Adágio Popular

    Uma das coisas que a VIDA já me terá ensinado é que a BELEZA, o PODER e o DINHEIRO são três coisas “demoníacas” que precisam, para quem as tem, de virem acompanhadas de TALENTOS especiais para as saber gerir, pois atraem tudo aquilo que o ser humano tem de pior, em doses "nucleares”, às quais poucos se safam. Aquilo que parecia um BEM, transforma-se num MAL. Um dos TALENTOS requeridos será por certo o AMOR, no sentido mais puro e transcendente do termo.

    Como de dois se fazem UM, que é infinitamente mais do que a soma de um mais um? Só Deus sabe e por isso lhe devemos ficar também infinitamente gratos. Mas penso que parte da solução está na "anulação" recíproca dos EUS , tendo em vista o NÓS ou, como me ensinaram de pequenino, o verdadeiro AMOR é querer ver O OUTRO feliz e contente.

    Bem se diz no Teatro que nunca se deve levar o público atrás do palco...

    O IMPRESSIONISMO é uma belíssima manifestação artística mas, aplicado às relações humanas, será de altíssimo risco pois, a ilusão do imediatismo, é absoluta.

    Antes bem acompanhado do que só. Mas antes só que mal acompanhado.

    Como dizia Pessoa para caracterizar algumas, muitas, gestões empresariais "brincadeira de crianças com escritório e escrita". Mutatis mutandis , o mesmo se aplica às relações humanas, com iguais graves consequências.

    “SÓ O AMOR É DIGNO DE FÉ”.

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    1. Paula Teixeira de Queiroz2 de março de 2011 às 06:25

      Faço minhas as suas reflexões!

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    1. António Pereira de Carvalho8 de novembro de 2010 às 02:44

      “A liberdade absoluta conquista-se pelo amor: só o amor liberta o homem da sua natureza.”

      Mircea Eliade, escritor romeno (1907-1986)

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