
Hoje morreu o Arnaldo de Matos. Faço a referência ao seu desaparecimento porque "o grande educador da classe operária", mesmo que não gostando do seu estilo e muito menos do que defendia, ele sempre foi o que foi. De de certa forma foi um político vertical. Faço a referência porque, à luz do tempo que passa, este “menino rabino que pinta paredes” é uma Avis Rara. Ele não tinha medo em defender os seus ideais! Ou seja, no inverso do que acontece com certas pessoas que dão a cara por partidos de direita. Porque razão veio Paulo Rangel, candidato às eleições do PSD ao Parlamento Europeu, em entrevista ao Expresso, afirmar “que nunca disse que era de direita, e, sobre questões fundamentais, pensa o mesmo que a esquerda.”? Se calhar, e tal como avança João Miguel Tavares, ser de direita ainda é um trauma português!
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