sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Nadir Afonso: De Chaves para o mundo


 


Entre tantos afazeres esqueci-me, na altura da sua morte, de deixar a minha homenagem a Nadir Afonso. Um flaviense que, por direito próprio foi um cidadão do mundo|

1 comentário:

  1. Em resposta a isto (Lido na página do critico de cinema, Eurico de Barros, no Facebook):

    "Ouvido há bocadinho, na rua. Primeira rapariga: "- Quem é este Nadir Afonso que morreu?"
    Segunda rapariga: " - Morreu quando?..."
    Primeira rapariga: " - Ontem... ou parece que foi hoje.".
    Segunda rapariga: "-Não era um do futebol? Havia um Afonso do Sporting".
    Primeira rapariga: "- Não, este já era velho..."
    Segunda rapariga: "-Ah, tá bem. Se calhar era um jogador de futebol antigo".
    Primeira rapariga: "Se calhar. E que nome esquisito, Nadir..."
    Segunda rapariga: "Devia ser brasileiro."
    Primeira rapariga: "Morrem muitos do futebol, agora. Uns até a jogar".

    Eu escrevi isto:

    "É por causa de existir gente assim que estamos onde estamos! Este (porque o poder gosta de alimentar a sua ignorância) é o POVO DA TROIKA!"

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