Estou a ver pela primeira vez o filme 2001 Odisseia no Espaço, que o Kubrick fez antes de eu nascer. Tem graça que é um belíssimo filme, mas na ficção científica é igual aos outros. Por muito futurista que seja à época é sempre anacrónico e datado, quando o futuro se torna presente.
Hoje, passados 44 anos e doze anos depois do ano imaginado pelo Kubrick, o filme não deixa de ser um filme com a estética dos anos 60.
Curiosamente a única coisa intemporal e por isso futurista é a música de Johann Strauss II, o Danúbio Azul, que é uma coisa do século XIX.
Sem comentários:
Enviar um comentário