quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Ora aqui está um exemplo de jornalismo falacioso

Começa assim a peça da SIC "Uma voz quase solitária no país". O que para além de ser tendencioso, é falso. Conheço muita gente que percebe as palavras de Fernando Ulrich e concorda com elas. Eu sou uma dessas pessoas, mas há muitas mais. É que nem toda a gente se deixa alienar por esta cegueira colectiva que as televisões propagam em tom de verdade.




 Lamento que o António Canavarro repita o erro do mau jornalismo.


 


 

4 comentários:

  1. Maria vou "colar" aqui o que escrevi num comentário ao que escreveu o teu parceiro, João Távora, no Corta-Fitas:

    "Há aqui dois problemas. Os incendiários (que na sua maioria são jornalistas) e o próprio Ulrich que, por não ter "papas na língua", diz o que vai na alma sem rodeios. Ora, ele não é como nós. É uma figura pública, com responsabilidades, pelo que um pouco de tento na língua não lhe faria mal nenhum. A ele e a nós que somos bombardeados na net a torto e a direito!
    Um abraço.

    P.S. - Eu concordo com o que ele disse ontem. Porém isto não invalida o meu argumento! Há que ter peso, conta e medida!

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  2. E se tivesse sido dito por outro, mais à esquerda, já seria diferente?
    Maria, eu tb concordo com Ulrich. Mas, como escreveu AC, um pouco de tento na língua não lhe faria mal algum. Ele tem que perceber que as pessoas estão a viver pior, portanto ele tem que ter respeito por essas pessoas. Não custa nada!
    As pessoas aguentam mais austeridade? É claro que aguentam! Porém não precisam de um grilo falante (uma voz da consciência, o grilo do pinóquio) a dizer-lhes isto. Porque no dia em que eles estiverem no mesmo plano que os demais portugueses tudo muda de figura!

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    1. Pois, pois....
      Para ambos:
      O bem e o mal não depende da roupagem

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  3. Eu acho que há pessoas que não vêem o filme todo, para quem um copo meio vazio é diferente do copo meio cheio.
    Esta polémica é parva, só serve para nos por fora do que interessa!

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