Felicidade? Não tem definição! Ser feliz é saber tirar o melhor partido de cada momento da vida! O resto é desperdício de tempo, deste tempo único e irrepetível, que nos é dado viver a cada momento. E agora, para os que gostam de reflectir, uma notícia: Vejam, no blog "Em nome da Ciência", o rosto do livro “COMO UM RIO...” do prof. Francisco Domingues, cuja informação se sintetiza: 1. – Exterior – Capa cartonada. Papel branco, corpo 12, o que permite agradável leitura. LIV capítulos, 250 pp. Publicado pela CORPOS EDITORA. 2 – Interior – Romance temático, utilizando, quando não é narrativo, a maiêutica socrática de aluno interrogando o professor, obrigando este a reflexões profundas sobre o tema em questão: RELIGIÃO VS CIÊNCIA ou FÉ VS RAZÃO, magnificamente interpretada pelas simpáticas personagens que lhe dão corpo. Laivos de romantismo - rondando amores proibidos - de drama e de tragédia perpassam todo o livro. Nota: Disponível em papel e em ebook. Pedidos à editora no seu site. Dificuldades? – Enviar mail para fr.dom@netcabo.pt
Caro Francisco Domingues. Sou levado a concordar consigo, efectivamente ela não tem definição . Isso não quer dizer que não a procuremos. A felicidade é assim o rumo a seguir, i.e., forma de dar-se sentido à vida. E nessa perspectiva a felicidade é perigosa porque em nome dela, da suposta felicidade , foram cometidos e alimentados os piores horrores da nossa história colectiva!
Felicidade? Não tem definição! Ser feliz é saber tirar o melhor partido de cada momento da vida! O resto é desperdício de tempo, deste tempo único e irrepetível, que nos é dado viver a cada momento.
ResponderEliminarE agora, para os que gostam de reflectir, uma notícia:
Vejam, no blog "Em nome da Ciência", o rosto do livro “COMO UM RIO...” do prof. Francisco Domingues, cuja informação se sintetiza:
1. – Exterior – Capa cartonada. Papel branco, corpo 12, o que permite agradável leitura. LIV capítulos, 250 pp. Publicado pela CORPOS EDITORA.
2 – Interior – Romance temático, utilizando, quando não é narrativo, a maiêutica socrática de aluno interrogando o professor, obrigando este a reflexões profundas sobre o tema em questão: RELIGIÃO VS CIÊNCIA ou FÉ VS RAZÃO, magnificamente interpretada pelas simpáticas personagens que lhe dão corpo. Laivos de romantismo - rondando amores proibidos - de drama e de tragédia perpassam todo o livro.
Nota: Disponível em papel e em ebook. Pedidos à editora no seu site. Dificuldades? – Enviar mail para fr.dom@netcabo.pt
Caro Francisco Domingues. Sou levado a concordar consigo, efectivamente ela não tem definição . Isso não quer dizer que não a procuremos. A felicidade é assim o rumo a seguir, i.e., forma de dar-se sentido à vida. E nessa perspectiva a felicidade é perigosa porque em nome dela, da suposta felicidade , foram cometidos e alimentados os piores horrores da nossa história colectiva!
ResponderEliminarAliás, neste sentido cito Goethe: "O homem não é feliz enquanto o seu estorço indeterminado não fixar a si mesmo os seus limites."
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