O caso (aliás já irritante) da licenciatura do Ministro Miguel Relvas já teria morrido em qualquer outro lado. Aqui, em Portugal, como gostamos de enchafurdar, levamo-lo até á exaustão! Hoje, segundo a SIC Noticias, acabo de ler que "os directores da Faculdade de Ciência Política, Lusofonia e Relações Internacionais da Universidade Lusófona colocaram os lugares à disposição da Reitoria e da administração."
O problema é verdadeiramente este: o que terá levado a direcção da Faculdade de Ciência Política, Lusofonia e Relações Internacionais a abrir, para um político, este regime de excepção, criando, desnecessariamente, um injustificável fosso entre uma elite político-partidária e os demais estudantes e licenciados dessa instituição?
O caso Miguel Relvas, que já deu pano para mangas, já deveria ter morrido! No entanto, o folhetim Lusófona, ainda está no adro! É neles que eu penso. Este post vai para os anónimos, para os "sem currículo" que à boleia de um punhado de gente sem ética, vêem a sua vida a andar às arrecuas, a passo de caranguejo!
Belo post. Gosto muito!
ResponderEliminarSim senhor que belo post. Eu tirei um curso de 5 anos. Fartei-me de gastar dinheiro e tempo. Tempo que poderia ser útil para por exemplo ganhar dinheiro, trabalhando honestamente. Hoje tenho o canudo e, todavia, embora tenha felizmente trabalho. Não faço nada na área em que estudei.
EliminarHoje em dia há cursos que não servem rigorosamente para nada. Há situações de favorecimento perfeitamente injustificáveis (Miguel Relvas é somente a ponta do icebergue) que provam que este é um país socialmente injusto. E, pelo amor da nossa inteligência, não venham para aqui dizer que falta cumprir Abril. Uma porra! Se em Portugal soubéssemos aproveitar Abril, construindo um futuro equitativo, tudo seria excelente. E no entanto o que nos ofereceu Abril? Isto! Só não vê que não quer e esses tem nomes sonantes!
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