Acho piada à comparação que faz entre a clonagem e o conceito de arte em Aristóteles, para quem "imita a vida". Estou substancialmente de acordo consigo, embora só alguém muito dotado é capaz de copiar com rigor a realidade. Ou seja, é preciso distinguir a arte como actividade ou técnica da arte como "jogo", i.e., como criação.
É evidente Maria, e no entanto tem a técnica. A técnica e o purismo, mata a arte. Por outras palavras impedem, a meu ver, o artista, de per si, se libertar e de se conseguir manifestar. A história da arte no século XX é, a meu ver, um bom exemplo disto mesmo. E no entanto, em ofícios particularmente técnicos como na escultura, na fotografia, etc., encontramos verdadeiros artistas, i.e., não ficaram reféns - a técnica tornou-se um meio e nunca o fim em si mesmo!
Love it
ResponderEliminarSó podemos gostar. A arte que não vem das entranhas não é arte, copia a realidade - é como a ovelha "dolly" para a clonagem!
EliminarAcho piada à comparação que faz entre a clonagem e o conceito de arte em Aristóteles, para quem "imita a vida". Estou substancialmente de acordo consigo, embora só alguém muito dotado é capaz de copiar com rigor a realidade. Ou seja, é preciso distinguir a arte como actividade ou técnica da arte como "jogo", i.e., como criação.
ResponderEliminarMas um bom copiador [da realidade], não faz um bom artista
EliminarÉ evidente Maria, e no entanto tem a técnica. A técnica e o purismo, mata a arte. Por outras palavras impedem, a meu ver, o artista, de per si, se libertar e de se conseguir manifestar. A história da arte no século XX é, a meu ver, um bom exemplo disto mesmo. E no entanto, em ofícios particularmente técnicos como na escultura, na fotografia, etc., encontramos verdadeiros artistas, i.e., não ficaram reféns - a técnica tornou-se um meio e nunca o fim em si mesmo!
EliminarÉ isto mesmo: a arte é um jogo!
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