Nestes dias de orgulho nacional, recupero um momento maravilhoso de A Canção de Lisboa (1933), no qual Vasco Santana pugna pela morte do fado. O fado está vivo, bem vivo, e faz parte do Património Imaterial da Humanidade. Aliás, o facto deste excerto estar legendado em russo é, de per si, revelador da sua importância.
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