“Chaves, 30 de Agosto de 1990 – É escusado teimar. A ser banal, a dizer banalidades e a pensar banalidades é que o português é português.” Miguel Torga, Diário XVI, página 28
“Coimbra, 28 de Novembro de 1990 – Bem luto. Mas nada consigo. A hora é dos felizes que, acomodados no conforto de qualquer manjedoira, nem sequer têm má consciência da sua má consciência.” Miguel Torga, Diário XVI, página 42
“Chaves, 30 de Agosto de 1990 – É escusado teimar. A ser banal, a dizer banalidades e a pensar banalidades é que o português é português.”
ResponderEliminarMiguel Torga, Diário XVI, página 28
“Coimbra, 28 de Novembro de 1990 – Bem luto. Mas nada consigo. A hora é dos felizes que, acomodados no conforto de qualquer manjedoira, nem sequer têm má consciência da sua má consciência.”
Miguel Torga, Diário XVI, página 42
Menos poético, mas mais...