segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Carpe diem


 


Eu queria ser moderno, mas se fosse moderno já tinha morrido há muito tempo!


O Homem essa máquina racional, que tudo quer formatar à sua imagem e semelhança, ao domesticar o Tempo deu cabo dele: ele é moderno, contemporâneo, pós-moderno e sabe-se lá mais o quê, que andamos à toa na infatigável procura de definir o nosso Tempo.


Por isso, nesta saga, dêem tempo ao tempo antes que ele dê cabo de nós! Esta é aliás, no fim de contas a moral da nossa temporalidade (existência): "Carpe diem. Seize the day, boys. Make your lives extraordinary."

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