segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Brasil, quando a defesa dos fracos e oprimidos evoca Lula

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Não, eu não vou alinhar pelo maniqueísmo de chamar a Bolsonaro "extrema-direita e fascismo", e ao Fernando Haddad, o salvador da pátria, idolatrá-lo como o moderado de centro.


O Brasil não é a Europa e Bolsonaro pode não ser o diabo que por aí pintam e se tiver coragem para aplicar a austeridade que o país precisa (o Brasil precisa urgentemente de uma troika), salva o Brasil (sim é preciso cortar os salários e pensões da Função Pública para salvar o Brasil).Bolsonaro pode ser esse político.


Quanto ao resto, é penauts (não me venham com o argumento da homofobia, que é o menor dos problemas do Brasil. Mil vezes alguém que seja contra o casamento gay e do que alguém corrupto).


Agora ouvir o Haddad, depois de perder a primeira volta eleitoral, a invocar o Lula, ao mesmo tempo, que defende os desfavorecidos, e só me veio à memória duas palavras: Lava Jato.


 

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