
Não sei, a Federação Portuguesa de Futebol também não, o que levou Ricardo Carvalho a renunciar à Selecção Nacional de futebol. Só sei que no início, quando são chamados a representar a equipe de todos nós, e ainda são amostras de gente, sentem-se os homens mais felizes do mundo, sentem o peso da camisola e, inclusive, juram, tal como os noivos no altar, amor eterno…
A realidade é, porém, outra. Mas será que alguém, no seu íntimo, acredita nesta fidelidade às “Quinas”? Não estarão eles condicionados pelas regras de quem lhes paga os ordenados chorudos? Amor à camisola têm aqueles que, nas piores das condições, com ordenados em atraso, sempre na corda bamba, procuram construir o futuro do país...
É, pois, dessa gente anónima que o país precisa!
http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1510169
ResponderEliminarMas afinal são ou não são assalariados? O amor à camisola não os retira dessa condição.
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