when my faith in human nature becomes ever weaker
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
E que tal afogar a sabedoria popular?
"A água com que no Verão se há-de regar, em Abril há-de ficar". Pois, pois...vê-se!
E que tal afogar a sabedoria popular?
"A água com que no Verão se há-de regar, em Abril há-de ficar". Pois, pois...vê-se!
De Ricardo que foge e dos anónimos que lutam...

Não sei, a Federação Portuguesa de Futebol também não, o que levou Ricardo Carvalho a renunciar à Selecção Nacional de futebol. Só sei que no início, quando são chamados a representar a equipe de todos nós, e ainda são amostras de gente, sentem-se os homens mais felizes do mundo, sentem o peso da camisola e, inclusive, juram, tal como os noivos no altar, amor eterno…
A realidade é, porém, outra. Mas será que alguém, no seu íntimo, acredita nesta fidelidade às “Quinas”? Não estarão eles condicionados pelas regras de quem lhes paga os ordenados chorudos? Amor à camisola têm aqueles que, nas piores das condições, com ordenados em atraso, sempre na corda bamba, procuram construir o futuro do país...
É, pois, dessa gente anónima que o país precisa!
De Ricardo que foge e dos anónimos que lutam...

Não sei, a Federação Portuguesa de Futebol também não, o que levou Ricardo Carvalho a renunciar à Selecção Nacional de futebol. Só sei que no início, quando são chamados a representar a equipe de todos nós, e ainda são amostras de gente, sentem-se os homens mais felizes do mundo, sentem o peso da camisola e, inclusive, juram, tal como os noivos no altar, amor eterno…
A realidade é, porém, outra. Mas será que alguém, no seu íntimo, acredita nesta fidelidade às “Quinas”? Não estarão eles condicionados pelas regras de quem lhes paga os ordenados chorudos? Amor à camisola têm aqueles que, nas piores das condições, com ordenados em atraso, sempre na corda bamba, procuram construir o futuro do país...
É, pois, dessa gente anónima que o país precisa!
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Agora só falta concretizar
Agora comecem a trabalhar. A concretizar a venda do BPN (desde que deixaram de ter o prazo da troika, nunca mais fizeram o contrato de promessa de compra e venda); a fechar 20% das empresas do Estado; a vender a EDP e a REN; é preciso arrumar a casa: até agora há empresas com administradores em fim de mandato que se perpetuam por lá, como a ANA; há Direcções a mais; há facturas por pagar a fornecedores que impedem os serviços de serem continuados, alguns deles são importantes até para o Estado vir a obter mais receita. É preciso pôr a mão na massa para que tudo comece a funcionar bem. Uma grande parte dos gastos do Estado resulta da inércia e da imobilidade.